Rio de Janeiro

Adolescência e virtualidade - RJ

1.   Nome do laboratório:
“Adolescência e virtualidade”

2.   Local de trabalho do laboratório:
Rio de Janeiro - RJ

3.   Campo de investigação:
O trabalho do laboratório começou com a questão do fracasso escolar dos jovens, no ensino tradicional e no ensino à distância (EAD), interrogando as questões que afetam o desejo de saber, a autoridade do professor, o estatuto da relação aluno-professor. Seguiremos a pesquisa sobre o uso da virtualidade pelos adolescentes.
Continuaremos utilizando vinhetas, parte teórica e o próprio dispositivo de conversação na elucidação e no avanço da pesquisa.

4.   Percurso:
O laboratório apresentou trabalho na IV Jornada Internacional do CIEN - A pressa em responder, sob o título “Quando o fracasso escolar é uma antecipação do momento de concluir” e posteriormente na II Manhã de Trabalho do CIEN-Brasil, sob o título “O corpo na relação mestre-aluno no EAD”.

5.   Resultados, impasses, perspectivas:
Com o avanço da pesquisa, a questão da ausência do corpo físico do professor e do aluno no EAD, foi pensada como uma consequência das exigências da contemporaneidade. O corpo do mestre não é mais o mesmo na época que o Outro não existe.

6.   Responsável:
Simone Bianchi
       E-mail: sincaroch@hotmail.com
       Telefone: (21) 9994-6475

7.   Participantes:
Cristina Monteiro Barbosa, psicóloga, Professora da UFRJ e UNI-RIO, monteiro.cristina@yahoo.com.br; José Alberto Affonso Ferreira, psicanalista, josealbertoferreira@globo.com; Lígia Silva Leite, pedagoga, Professora da UERJ, ligialeite@terra.com.br; Sandra Santos, psicóloga, sandrucha@gmail.com; Simone Bianchi, psicanalista, sincaroch@hotmail.com.

A criança entre a mulher e a mãe - RJ

1.   Nome do laboratório:
“A criança entre a mulher e a mãe”

2.   Local de trabalho do laboratório:
Hospital Maternidade Fernando Magalhães (RJ), referência em casos de alto risco.

3.   Campo de investigação:
As relações entre sexualidade feminina, maternidade, paternidade, infância, adolescência, a família e as ficções hipermodernas, que envolvem temas como toxicomania, violência, prostituição e adoção.

4.   Percurso:
O Laboratório se organizou no final de 2009 e as conversações iniciaram-se em janeiro de 2010. A livre apresentação de casos desvela temas que oscilam entre questões institucionais e o lugar de cada profissional. Cada caso remete a outro e notamos uma correlação entre as exigências do hospital (como a questão da amamentação) e os impasses encontrados na prática.

5.   Resultados:
Deste o primeiro encontro, retorna a questão da impotência e da impossibilidade que surgem nas situações da rotina, cuja diferença tem se apresentado como o efeito mais consistente das conversações. Em relação às mesmas, acreditamos que o maior impasse se deve ao fato de que o desconhecimento desta prática em instituições como a maternidade, cause estranheza - e até mesmo resistência - à participação por parte da equipe. Muitas vezes nosso trabalho visa esclarecer a proposta.

6.   Responsável:
Ana Martha Wilson Maia
       Rua Visconde de Pirajá, 259, sala 701 - Ipanema - Rio de Janeiro
       E-mail: anamarthamaia@hotmail.com
       Telefone: (21) 2227-4087 - (21) 9197-6351

7.   Participantes:
Jamille Lima, psicanalista, jamilleml@yahoo.com.br; Giselle Fleury, psicanalista, giselle.fleury@ig.com.br; Simone de Avolio Espindola, psicóloga/psicanalista, Coordenadora do Serviço de Saúde Mental HMFM, simone_avolio@yahoo.com.br; Mônica Ferreira dos Santos, enfermeira HMFM, enfamonic@gmail.com; Maria Bernadete Dabul, assistente Social HMFM, bchalitadabul@yahoo.com.br; Marise dos Passos Pereira, pediatra HMFM, marise.pereira@gmail.com.

Brincante - RJ

1.   Nome do laboratório:
“Brincante”

2.   Local de trabalho do laboratório:
Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira - IPPMG/UFRJ e Escola de Educação Física e Desportos - EEFD/UFRJ.

3.   Campo de investigação:
O brincar como tratamento possível ao mal-estar inerente ao tratamento do câncer e ao ambiente hospitalar.

4.   Percurso:
Desde 2006, investiga-se a transformação que o brincar opera no ambiente hospitalar, por meio de quatro oficinas, realizadas na sala de espera dos ambulatórios do hospital pediátrico da UFRJ. Em 2008, inicia-se uma pesquisa-intervenção, realizada prioritariamente na sala de quimioterapia, Aquário Carioca, e, a partir de 2009, também nas enfermarias. Atualmente, o trabalho se estende às crianças com câncer que se encontram no CTI.

5.   Resultados:
Dos relatórios realizados, a cada encontro com as crianças, são recolhidos dados para pesquisa através da análise do conteúdo sobre o brincar das mesmas. São verificadas:
·          as repetições de temas e materiais que indicam formas de simbolizar a dor psíquica;
·  no estudo de casos, é possível identificar mudanças ocorridas no comportamento da criança frente ao espaço hospitalar e a própria doença. Observa-se uma maior adesão ao tratamento a partir da intervenção Brincante;
·      o relato dos adultos, que lidam com as crianças envolvidas no projeto, indica mudanças nos mesmas e estes as relacionam com sua participação no Brincante.
Uma avaliação geral e mais abrangente é sempre realizada no final de cada doze meses, pelas entrevistas e conversação.
Alguns resultados vêm sendo apresentados, em Congressos, Jornadas Científicas e publicações acadêmicas, além de uma monografia em 2008 e uma dissertação de mestrado defendida no Instituto de Psicologia em 2009.
No ano de 2010 o Laboratório Brincante atendeu no IPPMG a:
·          666 crianças nas oficinas da sala de espera dos ambulatórios
·          67 crianças na quimioteca Aquário Carioca
·          29 crianças na enfermaria da hematologia
Impasses: Os maiores impasses ocorrem na interseção das disciplinas psicanálise, educação física e psicologia. Nas conversações, aparecem as dificuldades de suportar os vínculos transferenciais, de não encarnar o progenitor, quando este tem uma atitude hostil ou de abandono com a criança enferma.
Perspectivas: O laboratório Brincante, por se apoiar em um projeto de extensão e pesquisa dentro da universidade e ter sua prática em um hospital pediátrico, não tem término previsto, mas fatias de trabalho que se reiniciam a cada momento.

6.   Responsável:
Ruth Helena Pinto Cohen
       E-mail: ruthcohen@uol.com.br
       Telefone: (21) 2511-0272

7.   Participantes:
Aline Mary Cohen, designer e especialista em educação infantil, alinemary.cohen@gmail.com; Andressa Pedro Mathieu, professora de educação física, andressa_mathieu@yahoo.com.br; Amanda Gonçalves da Silva Melo, psicóloga, amandagsmelo@gmail.com; Ana Gabriela Cruz Araújo dos Santos, psicóloga, agcas16@gmail.com; Augusto Cesar Mendonça de Brito, professor de educação física, augusto.brito@ufrj.br; Erickson Fernandes Borges, professor de educação física, sion_1985@hotmail.com; Jacira Casciano da Costa, professora de educação física, jacira_oceano@hotmail.com; Luiza Azevedo Marcondes Rodrigues, psicóloga, luiza.amr@gmail.com; Márcia Fajardo de Faria, professora de educação física, marciaff1@yahoo.com.br; Márcia Regina Lima Costa, psicóloga, psimare@ig.com.br; Marta Ballesteiro Pereira Tomaz, professora de educação física, maballto@yahoo.com.br; Ruth Helena Pinto Cohen, AP-EBP, ruthcohen@uol.com.br; Alunos da EEFD/UFRJ: 24 alunos não listados.

Causar para não segregar - RJ

1.   Nome do laboratório
“Causar para não segregar”

2.   Local de trabalho do laboratório:
Núcleo do grupo cultural AfroReggae na comunidade do Cantagalo-Pavão-Pavãozinho, situado no CIEP João Goulart, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

3.   Campo de investigação:
O campo de investigação que nos norteia se situa no ponto de articulação entre as chamadas urgências subjetivas e os processos de segregação.

4.   Percurso:
Com uma proposta de encontros mensais, a construção desse laboratório teve início em fevereiro de 2007. Temos buscado dar valor aos achados de cada um na contingência de cada situação, sem pretender universalizá-los para apoiar, aí, a integração da equipe. Integração que, pela própria fratura do grupo frente à precariedade dos significantes identificatórios que constituem sua unidade, resiste à dimensão da causa e da singularidade, tornando a tomada da palavra uma acirrada disputa em torno de quem tem razão.

5.   Resultados, impasses, perspectivas:
Em 2008, concluímos o ano, com um trabalho endereçado à I Manhã de Trabalho do CIEN-Brasil, ocorrida no Rio de Janeiro. Neste trabalho, foi possível situar três tempos no percurso de constituição do laboratório que levou a um novo uso da fala. Tornou-se possível falar a partir de sua questão, de suas dificuldades sem se sentir vulnerável ao ataque do Outro. Com isso se colocou a questão de uma elaboração coletiva a respeito de novas formas de manejo na relação com as crianças e os adolescentes, que necessitou a abertura de um espaço fora das reuniões institucionais. Esse momento exigiu um investimento a mais, visando a criação de um novo espaço diferente daquele inicial que coincidia com a rotina institucional. Esse passo não se deu. O trabalho ficou suspenso. Podemos supor, aí, um tempo de latência, momento para compreender, de onde pode surgir nova demanda, que já se anuncia. Aguardamos.

6.   Responsáveis:
Maria do Rosário Collier do R. Barros
       E-mail: collier@terra.com.br
       Telefone: (21) 2579-0045
Maria Cristina Bezerril Fernandes
       E-mail: crisbezerril@uol.com.br
       Telefone: (21) 9441-7939
Ana Tereza Groisman
       E-mail: anatfg@gmail.com
       Telefone: (21) 9896-7022

7.   Participantes:
Aline Capparelli, assistente social; Bóris Trindade, coordenador; Camila, administrativo; Cíntia Duarte, administrativo; Débora Guimarães, pedagogia; Emerson Nunes, instrutor circo; Gilvan Gomes, coordenador circo; Graziele, limpeza; Henrique, administrativo; Lúcio, instrutor hip-hop; Sandra, alimentação; Sharon Will, psicóloga; Tatiane Curi, psicóloga.

Escola como lugar de vida - RJ

1.   Nome do laboratório:
“Escola como lugar de vida”

2.   Local de trabalho do laboratório:
Escolas da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro

3.   Campo de Investigação:
Psicanálise e Educação: “Como o excesso pulsional que surge como resto, pode ser acolhido a favor do laço social”?

4.   Impasses:
Convivendo diariamente com uma realidade de violência social, carências de diversas ordens, saberes preestabelecidos e uma desmotivação crescente tanto dos professores e demais profissionais da rede, como dos alunos (crianças e adolescentes), este grupo vem discutindo como lidar com este mal-estar, pensando qual seria a particularidade desta civilização e como as equipes podem fazer diferença.
Não se trata de produzir um saber, mas conseguir fazer funcionar o não sabido e afirmado nas certezas, desesperanças e nas impossibilidades.

5.   Perspectivas:
De que modo? Fazendo acolher o que se mostra enigmático, o que é mal entendido, o sem sentido de alguns atos.
Não seria este o movimento para vida, projeto de Freud com relação à escola?
Neste sentido, nossa proposta de trabalho em laboratórios, se daria pela via das conversações, visando resgatar o valor da palavra para além do que é dito, tentando aproximar cada sujeito do que lhe é mais genuíno e próprio, ou seja, sua causa de desejo.

6.   Responsável:
Andréa Araujo Martinelli
       E-mail: andrea_2h@hotmail.com
       Telefone: (21) 9723-5771
Astrea da Gama e Silva
       E-mail: astrea@iis.com.br
       Telefone: (21) 9116-1068

7.   Participantes:
Maria do Rosário Collier do Rego Barros, psicanalista, collier@terra.com.br; Jeanne Marie C. Ribeiro, psicóloga, jeannemarie@uol.com.br; Franciele Almeida, psicóloga, franciele.almeida@gmail.com; Valéria Attié Lanna, psicóloga, attielanna@hotmail.com; Samantha Lemos, psicóloga, samantha.lemos@gmail.com; Gisela Schermann Rezende, psicóloga, gschermann74@hotmail.com; Flavia Guterres Oliveira, psicóloga, fguterres@yahoo.com.br; Barbara Pereira, psicóloga, barbarapp@bol.com.br; Claudia Macedo Gonçalves, psicóloga, clau.macedog@bol.com.br; Beatriz da Silva, psicóloga, beatrizsilvarj@gmail.com; Juliana Morená, psicóloga, julianammb@gmail.com; Gabriela Salomão Alves Pinho, psicóloga, gabisalomao@ig.com.br; Marina Sodré, psicóloga, marinasodre@yahoo.com.br; Aline Paixão, psicóloga, alinepaixao2004@yahoo.com.br; Ana Paula Lessa Jenne, professora, anapaulajenne@yahoo.com.br; Viviane Pereira, psicóloga, vps.vivianepereira@gmail.com; Ozilea Clen Gomes Serafim, psicóloga, ozileaclen@yahoo.com.br.


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